quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Super Demo World: The Legend Continues

 


Criado como uma demonstração do que Lunar Magic pode fazer, Super demo Mundo: The Legend Continues foi projetado pelo criador do editor de roms de Super Mario World, FuSoYa, e seu irmão, Zero-G. Será que este atributo de "demonstração"  de transformar o jogo em uma hack em algo que vale a pena jogar, ou é apenas uma coleção aleatória de modificações?... 
 
Quando você começar o jogo, a primeira coisa que salta à vista é o enredo. Agora, se você ainda não jogou este hack antes, você provavelmente está pensando que é uma história super-awesome-épico, certo? Bem, errado. Bowser roubou os ovos do café da manhã de Mario e este deve recuperá-los antes que choquem! Sim, eu sei. A dupla certamente poderia ter feito melhor. Mas eles escolheram não o fazer, e por um motivo legítimo; este hack é uma demonstração. A história realmente não importa, já que com as limitações do SMW, é difícil retirar um enredo decente (embora alguns tenham conseguido fazê-lo), e alterando alguns texto em torno não é exatamente a maneira mais eficaz de mostrar as habilidades do Lunar Magic.


Uma vez que este hack foi criado como uma demonstração, ele tem todos os tipos de coisas que a Lunar Magic pode modificar; gráficos importados, um novo overworld, muitos tipos diferentes de níveis, etc Para a maior parte, o nível de design é bastante adequada, e FuSoYa , com suas habilidades de programação, adicionou vários novos recursos, como os blocos brancos de SMB3. Muitos dos níveis estão muito bem desenhados e são divertidas de se jogar. Existem alguns níveis que não estão muito a par, porém, como Crystal Castle, que era muito difícil no Mundo 4. Os novos gráficos usados ​​nos níveis são bons também, mas eles são quase todos tirados de outros jogos, com apenas alguns completamente novos gráficos usados. Este não é um grande problema, no entanto.


A coisa notável sobre o hack é o seu comprimento e de grande valor de replay, Super Demo World tem 120 saídas, mais do que qualquer hack lançados até hoje. Os mundos têm abundância de segredos de quebrar a cabeça, e o Mundo da Estrela foi feito ainda maior, com passagens de cada mundo. A próprio 
Mundo da Estrela é muito especial, você ficará admirado quando encontrá-lo. Há também uma Mushroom House, funcionando bem como o Top Secret Zone, escondido em cada mundo.Isso aumenta o valor de replay, permitindo-lhe encontrar saídas secretas e tal. Uma Mushroom House ainda tem uma saída secreta em si. E uma vez que você tenha derrotado Bowser, a aventura ainda não acabou.Você ainda poderá encontrar um mundo secreto. 
Super Demo World não está no mesmo nível das hacks de atuais, embora ainda seja bastante agradável. Mas, como uma demonstração, ele funciona muito bem, além de ser divertido de jogar. Sendo uma somente uma demonstração da capacidade de edição que o Lunar Magic possui, podemos dizer que foi feito um belo trabalho.

X-Men VS. Street Fighter



Para aqueles que não acreditavam, aqui está ele. X-Men vs. Street Fighter, famoso por ocupar vários fliperamas em botecos por ai e ser uma série bem sucedida, aparece no Super Nintendo em uma versão hack. Um tanto quanto estranha, mas tá valendo...

Como se pode ver, da tela inicial até a seleção de personagens, o jogo apresenta ótimos gráficos. Mas infelizmente não é assim na hora da luta. O engraçado é que na hora de escolher um herói (no modo single player) você indiretamente escolherá quem será o seu adversário também. Por exemplo, quando eu escolhi jogar com o Cyclops, o cursor da máquina moveu-se para o Chun-li.

Na hora da luta a tristeza começa. O jogo é muito, mais muito lento. Os personagens se movimentam com dificuldade e dá para ver eles tipo, se desfazendo. Há a possibilidade de ser mandar magias e especiais. Mas tudo muito limitado. Uma coisa para se ressaltar, entretanto, são os ótimos gráficos que o jogo apresenta. De qualquer forma, essa versão hack para SNES me surpreendeu muito!

O jogo não passa nem perto do que víamos para Playstation, pois o Super Nintendo não possui technologia para suportar um jogo assim. Todavia, eu por exemplo, nunca esperava jogar esse "clássico" para SNES.

The Mask

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Quem foi criança na década de 1990 e não ouviu falar de Stanley Ipkiss, sua carreira fracassada como funcionário de banco e seu cachorro Mailon que atire a primeira pedra. Se nunca ouviu falar, que tal “O Máscara”? Lembra alguma coisa na sua infância? Sim, meus amigos. Sucesso nas telonas em 1994 e diversão garantida nas manhãs da TV Globo em Bambuluá, o Máscara chegou um ano depois para seus fãs donos de Super Nintendo. Totalmente baseado no filme homônimo, o jogo ficou bastante conhecido entre a criançada por dois motivos: era o Máscara ali, claro, e sua dificuldade absurda.

Como de costume, naquela época eu ia à locadora de games às sextas para alugar 3 cartuchos para o fim de semana. Para a minha surpresa, pouco tempo depois de assistir ao filme, fui informado que novos jogos haviam chegado à locadora e entre eles estava The Mask. Sim, o meu filme preferido à época ganhara um jogo e eu estava sedento para jogar e zerá-lo.

Depois de chegar em casa, assoprar o cartucho e ligar o console, fui surpreendido novamente por um jogo visualmente agradável, com músicas que me relembravam o filme e animações idem. Os cenários, de certa forma, também me faziam lembrar do filme que assistira incontadas vezes em poucos meses – sim, eu alugava e realugava o mesmo filme várias vezes. O maldito relógio despertador estava lá - o martelo usado pelo Máscara para destrui-lo também –, as luvas vermelhas de boxe, a metralhadora, as caras e piadas. Tudo remetia ao filme, menos uma coisa.

Em poucos minutos de jogatina The Mask se revela um jogo difícil. O problema é que essa sensação de dificuldade não vem dos desafios ou dos seus inimigos, mas da forma como ele foi feito. Cada vez que você dá uma martelada em um despertador irritante daqueles, ou que você sai quebrando tudo em forma de tornado, você consome pontos reservados para esses “especiais”. Irritado com os despertadores frexados, ou sem paciência de derrotar aquele inimigo que solta tiros para cima e para baixo, você acaba usando os “especiais” indiscriminadamente. Você só pode fazer três coisas sem gastar os tais pontos: andar, pular e socar – o que não é muito efetivo.

Resultado: 5 das 6 fases do jogo possuem um chefão no final e por mais que você “economize” seus pontos de especial, você nunca terá o suficiente para vencê-los. Isso porque os ditos pontos são limitados a 500 e por mais que você pense que são muitos, na hora do desespero perceberá que não servem para quase nada. Das duas, uma: ou você é muito paciente para lidar com os movimentos apelões dos chefes e os derrota com soquinhos, ou morre e volta para o último checkpoint e recomeça a luta distribuindo martelada aqui e acolá.

Para aumentar mais ainda a dificuldade, o jogo não dispõe de métodos que permitam o jogador salvar o jogo, nem mesmo os famigerados passwords. Se você acabar com todas as suas vidas, volta para a primeira fase. E não, não adianta aumentar a quantidade de vidas e nem diminuir a dificuldade nas opções – o jogo continuará te sacaneando, do jeito que o Máscara faria.

Apesar do sentimento de frustração causado por suas limitações, The Mask entrega o que promete. A fidelidade ao bom filme é algo que para a época surpreende: algumas músicas da trilha sonora nos remete a momentos específicos do filme – como no Coco Bongo, última fase do jogo –, os movimentos do personagem foram muito bem elaborados e as animações estão exatamente iguais às do filme. A jogabilidade também é outro aspecto positivo. Em poucos minutos você já estará familiarizado com os controles e com a “física” do jogo sem maiores problemas.

The Mask é o típico jogo que levou desafio a seus jogadores, fazendo-os perder horas e horas para chegar à última fase – algo bem difícil, até para os dias de hoje. A sensação que fica ao jogá-lo novamente é a de saudade – das locadoras, de personagens da nossa infância e de jogos baseados em filmes que, apesar de limitados, eram muito bons. Sim, apesar dos pesares, The Mask é um bom jogo sim. Que alguém segure ele! 

Chester Cheetah: Too Cool To Fool



Chester Cheetah é o mascote do biscoito da Elma Chips, Cheetos. Uma coisa que me surpreendeu foi ter sido lançado (só na America do Norte) um jogo dele para Super Nintendo. Se foi jogada de Marketing, pode até ter dado certo. Mas como premissa: o biscoito é mais gostoso do que o jogo.

O jogo é daquele gênero plataforma simples, que nós já conhecemos muito bem por aqui. Chester Cheetah anda pelo seu mundo encantado para pegar todos os salgadinhos possíveis. É, parece que o jogo foi lançado mesmo com fins publicitários.

A jogabilidade é simples: o tigre tem movimentos fáceis e simples. Em alguns inimigos ele usa o pulo (típico de jogos do gênero) como arma, e em outros, o pulo simplesmente o faz perder "vida". O que deixa o jogo um pouco complicado. Entretanto, os gráficos dão um realce a mais no jogo: muito bem desenhado e colorido, com inimigos "bonitinhos" e cenários bem elaborados. Em suma, é um jogo muito fácil de ser jogado.

As fases são curtas e os inimigos aparecem "do nada". Passagens secretas são facilmente encontradas também. Ah, e claro que não poderiam faltar os acessórios legais do Chester, como o Tênis, a Guitarra e o Óculos. Cada item tem uma função diferente.

Se o game foi lançado para fins publicitários, deve ter dado um bom retorno financeiro. Mas se eu tivesse o Super Nintendo naquela época, com certeza não compraria o jogo ou o alugava.

Super Metroid CD - MSU-1


Super Metroid é frequentemente elogiado por sua incrível trilha sonora, que é capaz de passar a sensação desoladora e solitária, combinando perfeitamente com a atmosfera do jogo.

Ainda hoje, o áudio do jogo mantém-se bastante bem e comprova ainda mais o quão poderoso chip o de som do Super Nintendo realmente era. Em homenagem aos compositores, os fãs da série fizeram seus próprios remixes e rearranjos das música do jogo - alguns dos quais com todas as músicas do jogo.

Em 2013, Blake Robinson lançou um fabuloso álbum em tributo ao Super Metroid, com versões orquestradas de todas a músicas do jogo. Apelidado de Super Metroid Symphony, muitos fãs aplaudiram Robinson por seu trabalho e capacidade de manter a trilha de forma fiel a original, fornecendo uma alternativa moderna para a obra de Yamamoto e Hamano.

Graças ao desenvolvimento  do chip especial MSU-1 - feito por Byuu -, que possibilita inserir vídeos e áudios em qualidade de CD aos jogos de SNES, o romhacker, Darkshok, criou uma versão de Super Metroid com a trilha orquestra criada por Robison. Embora a música original seja atemporal, esta versão não deixa nada a desejar em relação à trilha original, pois, diferente de muitos remixes feitos " em fundo de quintal", essa versão orquestrada foi criada de forma profissional, sendo uma verdadeira homenagem a versão original.

Mighty Morphin Power Rangers: The Fighting Edition



Mais uma vez os Powers Rangers dão as cara no Super Nintendo, mas agora detonando tudo. Em seu melhor jogo para SNES, os Rangers não são os principais personagens; são os Zords. Para aqueles que não lembram, os Zords são aqueles robôs gigantescos que eram unidos para derrotar um inimigo gigante também. Já da para imaginar como é o jogo, não é mesmo?

No modo Story, o jogador poderá escolher entre jogar com o Thunder MegaZord ou o Mega TigerZord. Aqui você enfrentará todos os Zords amigos e mais 6 inimigos (um mais chato do que o outro). O objetivo é chegar até o final para derrotar Lord Zedd (depois um inimigo muito chato). Terminando o jogo no modo Hard, aparecerá um Código secreto.

Mas o mais legal desse jogo com certeza é o modo Multiplayer. Os jogadores poderão escolher entre 8 personagens, incluindo 4 inimigos e 4 aliados; cada personagem tem suas magias e movimentos especiais. Um fato muito interessante é uma barrinha que fica do lado da imagem de cada personagem. Você terá que mandar um movimento especial (magia) no momento em que a barrinha ficar completa, isso fará a magia sair mais forte e o seu personagem ficará verde. E além disso, a cor que preenche a barra irá mudar: quando passar da cor verde, a barra se completa de trovões, essa é a barra que é possível mandar um especial.

Os gráficos e os efeitos desse jogo são muito legais, que junto com a trilha sonora, causa uma boa impressão e uma grande nostalgia para aqueles que viam o seriado.

Eu lembro das tardes que eu ficava jogando com meus amigos esse grande clássico para snes. O jogo é muito maneiro e é um dos melhores jogos de luta (na minha opinião) para Super Nintendo. E então Rangers, é hora de morphar (ou seria Morfar?)!

F-Zero CD - MSU-1


E para a alegria de todos, eis que acaba de ser lançada mais versão de um jogo clássico com a sua trilha sonora remasterizada. 

Está versão foi desenvolvida pelo mesmo romhacker (Con) que deu início a era de jogos de SNES com a qualidade de CD, com lançamento do jogo The Legend of Zelda: The Link to the Past, sendo que a partir daí vieram muitas outras modificações para diversos jogos.

Desta vez, quem recebeu um merecido tratamento na sua trilha sonora foi super clássico F-Zero. Assim como todos os outros games que receberam uma atualização, F-zero agora conta com uma trilha com qualidade de CD, contando com versões remixadas e algumas extraídas da sua versão que saiu para o Nintendo 64, garantido, assim, um ótimo ganho de qualidade em sua trilha, mas sem fugir dos temas clássicos.